Aprenda a criar realidades com palavras

Dica 82: Aprenda a informar, entreter e inspirar.

Por Diego Schutt em 16/02/2012 Tópicos: dicas
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A leitura de qualquer tipo de texto é uma busca por informação (para entendermos melhor um assunto), entretenimento (busca por prazer intelectual) ou inspiração (para entendermos melhor o mundo e a nós mesmos).

Histórias de ficção nos fascinam porque podem nos oferecer tudo isso ao mesmo tempo. Quando estiver escrevendo, procure:

  • Selecionar informações relevantes e interessantes sobre os personagens e o universo da história para contextualizar a narrativa.

  • Entreter estruturando o enredo de forma a provocar tensão e excitação ao redor dos conflitos dos personagens.

  • Inspirar o leitor desenvolvendo de forma original um tema e uma ideia-chave para sua história.

Leia as dicas 1 à 50.

Leia as dicas 51 à 100.

 

Aprenda a plantar ideias e colher histórias.

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Sobre o Autor

Diego SchuttLer todos os textos de Diego Schutt
Diego Schutt combina ideias de teoria literária, dramaturgia e psicologia social para ajudar escritores iniciantes e experientes a desenvolver textos com mais confiança, foco e impacto. Sua formação técnica em escrita criativa inclui cursos e oficinas no Brasil, Austrália, Suíça, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Japão. Há 7 anos, ele escreve e edita o Ficção em Tópicos, o site mais completo sobre storytelling em Português.

3 escritores têm algo a dizer sobre este texto

  1. Gean Riwster 10/05/2012

    kkkkk
    Ótimo, agora me diga O SEGREDO para conseguir este feito!

    “Pouparei você da história de como A Dança da Morte veio a ser escrito — a cadeia de pensamentos que produz um romance raramente interessa a alguém, exceto aos que aspiram ser romancistas. Eles tendem a crer que existe uma “fórmula secreta” para escrever um romance comercialmente bem-sucedido, mas ela não existe. Você tem uma ideia; em algum ponto outra ideia surge; você faz uma ligação, ou uma série delas, entre as ideias, uns poucos personagens (geralmente pouco mais que sombras no início) se sugerem; um possível final vem à mente do escritor (embora, quando o final chega, raramente é muito parecido com aquele que o escritor imaginou); e, a certa altura, o romancista senta-se com papel e caneta, uma máquina de escrever ou um processador de texto. Quando me perguntam “Como você escreve?”, invariavelmente respondo: “Uma palavra de cada vez”, e a resposta é invariavelmente descartada. Mas é realmente assim. Soa simples demais para ser verdade, mas pense na Grande Muralha da China: foi uma pedra de cada vez, cara. É isso aí. Uma pedra de cada vez. Mas já li que se pode ver aquela sacana do espaço sem auxílio de um telescópio.”

    A Dança da Morte, Stephen King

    Infelizmente “Saber não é poder” no meu caso. Acho que só com a prática mesmo para conseguir “O Segredo” inexistente, o imaculado (Bah! Nem tanto assim) feito de ser um escritor.

  2. Diego 11/05/2012

    Se existe algum segredo, é a prática constante. Aliado a isso, acho importante você desenvolver a habilidade de ler seus textos como se eles tivessem sido escritos por outra pessoa. Aprenda a deixar seu ego de lado para julgar suas histórias pela capacidade de exprimir pensamentos e ideias com clareza, e não por quanto elas fazem você se sentir inteligente.

  3. Ricardo franco 27/04/2014

    Gente??? Muito obrigado…

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